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DHPP conclui inquérito sobre morte de Firmino Filho e encaminha ao Judiciário


Passados 30 dias, o Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), coordenado pelo delegado Francisco Bareta Costa, concluiu o inquérito que apura a(s) causa(s) da morte do ex-prefeito de Teresina, Firmino Filho (PSDB).

O processo investigatório possui 517 páginas e já foi enviado à Justiça. Ao todo, 17 pessoas foram ouvidas durante as investigações. Para o delegado, as provas que constam no inquérito se harmonizam e esclarecem os fatos envolvendo a morte.

"O inquérito foi concluído. Está muito bem instruído, com todos os atos periciais e oitiva de pessoas. Foram 17 pessoas ouvidas, inclusive, fora do estado do Piauí. As provas em si se harmonizam e esclarecem todas as circunstâncias do fato que levou à morte do ex-prefeito Firmino Filho. Contudo, no decorrer da investigação o presidente do inquérito teve que representar por medidas cautelares, o que levou o magistrado, em nome da lei, a decretar o sigilo da investigação, portanto, nós não podemos adentrar o ato meritório da investigação policial. Foi encaminhado ontem (05), no final da tarde o inquérito policial que já está na mão do Poder Judiciário e agora o Ministério Público vai avaliar e verificar se a investigação está à contento ou se precisa de novas diligências", informou.

RELEMBRE O CASO  

Na tarde da última terça-feira (06) de abril de 2021, o ex-prefeito de Teresina, Firmino Filho, foi encontrado morto na calçada do edifício Manhattan, situado na Avenida Arêa Leão, zona Leste de Teresina.

Ele teria caído do 14° andar do prédio, onde funciona o Tribunal de contas da União (TCU), sede onde Firmino atuava. 





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