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Padrasto agride crianças com murros e golpes de faca e deixa uma com o olho inchado em Teresina

 

Um crime de violência doméstica/infantil tomou conta dos grupos de WhatsApp de Teresina na noite desta segunda-feira (12). Hélio Silva Lima, de 23 anos, mais conhecido como Paulista, espancou o filho de quatro anos de Adrielle Pereira, com quem convivia e mantinha relacionamento há três meses. O agressor deu um murro no olho esquerdo, que fechou de tão inchado que ficou, e fez diversos rasgões com faca na barriga e braço da criança. 

O caso aconteceu no residencial Dilma Rousseff, região da grande Santa Maria da Codipi, extrema zona Norte da capital. Só que tudo começou ainda no domingo (11), quando o filho mais novo da jovem foi o primeiro a ser agredido. 

O bebê de apenas oito meses foi encontrado com o braço deslocado. A mulher saiu para algum afazer e precisou deixá-lo sob os cuidados do, até então, companheiro. Ao retornar para casa, o homem disse que o machucado deu-se "porque a criança havia caído" da cama.

Adrielle precisou levar o indefeso ao hospital no domingo. Cena que se repetiu também na segunda-feira com o filho de quatro anos, encaminhado ao Hospital de Urgência de Teresina (HUT), devido à  gravidade dos ferimentos.

A mãe tem ainda um filho de seis anos, único que parece ter escapado da sequência de agressões. Quando ela precisou levar o filho do meio ao médico, viu-se novamente obrigada a deixar o bebê de oito meses e o de seis anos com Paulista. Entretanto, deixou os vizinhos de sobreaviso a respeito das agressões. Nessa ida ao hospital, os moradores pegaram o homem deitado de cueca na cama com as duas crianças, então deram uma taca nele, que fugiu em seguida.

Seu paradeiro é desconhecido até o momento, mas os policiais do 13º BPM realizam diligências à sua procura por toda a região. O Repórter Ponto 50 acompanhou uma guarnição da Guarda Municipal e equipe do Conselho Tutelar na ida até a residência da mãe. Ela foi levada para prestar Boletim de Ocorrência na Central de Flagrantes, assim as crianças podem fazer o exame de corpo de delito.

À reportagem, a mulher contou que no início da relação, o ex-companheiro era prestativo, nunca havia aparentado nenhuma atitude violenta, só nos últimos dias ela notou uma mudança em seu comportamento, que passou a ser agressivo. Visivelmente assustada com toda a situação, a mãe foi levada para outro local com as crianças até que Paulista seja preso. 

O caso de Adrielle está sendo cuidado pelo Conselho Tutelar de Teresina. Abaixo entrevista com o conselheiro Teleno Bartolomeu.


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